Como a central de distribuição pode localizar o motorista?

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Se, no passado, o gestor precisava adivinhar o paradeiro da frota durante o expediente, hoje é possível localizar o motorista em tempo real e com precisão. Os gestores têm a sua disposição ferramentas e sistemas que vão desde o georreferenciamento até o controle das entregas em tempo real. Nesse texto, apresentaremos três exemplos de sistemas que permitem localizar o motorista e qual a vantagem e característica de cada um deles.

georreferenciamento, por exemplo, é um sistema que funciona automaticamente. Nele, o motorista não precisa fazer apontamentos ou informar nada para que a central saiba sua localização. Esse sistema serve como prova de onde a frota esteve, caso haja qualquer discrepância entre a rota de entrega e a rota percorrida. Isso tudo é possível graças ao sistema de posicionamento global, mais conhecido como GPS. Essa ferramenta de navegação por satélite fornece a um aparelho receptor móvel a sua posição, independente das condições atmosféricas. Para se ter uma ideia do quanto esse sistema pode diminuir gastos, a empresa norte americana de materiais de construção Butterfield Lumber reduziu o índice de uso indevido dos caminhões de 48% para 23%. Essa redução é uma prova de que o serviço ensinou os colaboradores a respeitarem as rotas de entrega, aumentando com isso a produtividade.

Já o sistema gestor de entregas precisa de indicações da equipe de operações. O software permite que o motorista sinalize o estado da entrega, assim como acontecimentos durante a rota. Parada para almoço, para abastecer o veículo ou simplesmente para descanso são notificadas pela equipe durante a operação. Quando a equipe realiza a entrega, indica no seu smartphone ou teclado logístico que a rota foi finalizada e o gestor pode dar a tarefa como encerrada. Nesse caso, a comunicação é feita entre as duas partes e precisa da cooperação de ambas.

Outra maneira de a central de distribuição localizar o motorista é usando um telefone. Vale lembrar que esse não é o método mais indicado, a não ser em alguma emergência em que o motorista não seja encontrado de outra forma ou mais rapidamente. Outro problema desta opção é a pequena cobertura de sinal em cidades do interior ou até mesmo nas BRs. A central pode tentar ligar para a equipe e não conseguir porque o celular está fora de área. Também existe o problema com roaming, quando as tarifas telefônicas aumentam e pode não ser mais vantajosas para os distribuidores.

E por que não usar os três juntos? Sabemos que sistemas e ferramentas têm custos, mas recomendamos estudar a solução mais adequada às necessidades específicas da sua empresa. Lembramos que o uso de um não exclui o outro, pelo contrário, são ferramentas que se complementam e facilitam a vida do gestor de frotas.

Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Entre em contato conosco pelo campo de comentários que tentaremos ajudá-lo.

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