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Combustível mais caro em 2026: 4 estratégias para blindar o custo logístico com dados

13 de jan. de 2026

2026 começou com um recado duro para líderes de operações: o aumento veio “na canetada”. A gasolina já abriu o ano com ICMS maior (de R$ 1,47 para R$ 1,57/litro, +R$ 0,10) e o diesel com +R$ 0,05 (de R$ 1,12 para R$ 1,17/litro). E isso chega direto na bomba, sem depender de Petrobras, negociação ou “momento do mercado”.

Ao mesmo tempo, a operação fica mais vulnerável porque o preço varia muito por região com diferenças que podem chegar a R$ 1,33/litro entre estados. Some a isso um 2025 em que o etanol liderou altas (em alguns levantamentos, +11% no ano) e você tem o pior tipo de cenário: custo subindo, pressão por SLA e pouca margem para erro.

A conclusão é simples: quando o custo do combustível vira imposto + dispersão regional, a única variável que você controla é a eficiência operacional. E eficiência, em 2026, não se sustenta em planilha e conferência manual, se sustenta em software, automação e decisão baseada em dados.

Abaixo, 4 ações práticas (e urgentes) para reduzir desperdício e trazer previsibilidade usando as soluções da Logística 360° (Lincros).

1. Reduza km e variabilidade: roteirização que “aprende” com o realizado (não só desenha rotas)

Quando o combustível sobe, o prejuízo não vem só do litro mais caro. Ele vem do km desnecessário, do sequenciamento ruim, das janelas mal atendidas e dos “desvios operacionais” que viram rotina.

O ROTEIRIZADOR (Roteirização) da Lincros foi desenhado para atacar exatamente isso: otimizar tempo, custos e eficiência com centenas de parâmetros, com recursos como:

  • Sequenciamento inteligente de entregas

  • Configuração de restrições (janelas de atendimento, cargas sensíveis, velocidade máxima etc.)

  • Previsão de chegada antes de sair da origem

  • Comparação previsto vs. realizado para melhorar continuamente


Na prática, isso reduz a chance de você “queimar combustível” em decisões operacionais invisíveis: rota mal montada, rota que estoura janela, reprogramação, retorno vazio e retrabalho. O módulo cita redução de 16–17% em custos logísticos (benchmark Lincros) e aumento de capacidade com apoio de IA (LAISA).

Se o litro não vai cair no curto prazo, o seu custo por entrega precisa cair e isso começa pelo caminho percorrido.

2. Pare de perder diesel parado: Pátio e Portaria para cortar fila, espera e desorganização de CD

Pouca coisa dói mais no orçamento do que caminhão esperando com motor ligado, equipe “apagando incêndio” e doca virando gargalo. E esse desperdício aumenta justamente quando a operação está pressionada (pico de demanda, sazonalidade, restrição de janela).

O módulo PÁTIO E PORTARIA da Lincros foca em automação do controle de entrada/saída e movimentações, com funcionalidades como:

  • Painel de visibilidade de chegada na planta

  • Apontamento por QR Code do motorista (entrada rápida)

  • Validação fiscal automática na entrada

  • Agendamento de doca fixa

  • Painéis de doca, portaria e expedição

  • Dimensionamento de produtividade do time

O efeito disso no combustível é direto, mesmo sem “tocar no abastecimento”: menos fila = menos marcha lenta = menos consumo improdutivo. E, operacionalmente, você ganha previsibilidade para cumprir janela sem precisar “correr” depois (o que também aumenta consumo e risco).

3. Negocie frete com método (e mais frequência): BID/Spot/Leilão + Cotação para evitar decisões caras em cenários voláteis

Com ICMS maior e preços regionais disparando, um erro comum é tentar compensar tudo “na unha” em uma negociação pontual. Só que combustível caro exige outra postura: negociar melhor e mais vezes, com processo e governança.

A Lincros separa essa frente em dois blocos que se complementam:

  • BID, COTAÇÃO SPOT E LEILÃO: para estruturar negociação contínua

    • BID (RFI/RFP), homologação e qualificação de rede, compliance e documentação

    • Spot para fretes imediatos e picos de demanda

    • Leilão reverso com transparência e dinâmica competitiva

    • Benchmark de redução de 16–17% na negociação

  • COTAÇÃO: para operacionalizar decisão rápida no dia a dia

    • comparação automática entre transportadoras

    • simulador de fretes

    • gestão de tabelas com atualização automática

    • leilão reverso

    • benchmark de redução de 14–16% nos custos logísticos

Por que isso é urgente em 2026? Porque, com custo de combustível subindo “por fora”, você precisa evitar duas armadilhas:

  • pagar caro por falta de comparação confiável e rápida

  • aceitar operação ineficiente porque “sempre foi assim”

O ganho aqui não é só preço. É governança: escolher melhor, justificar melhor, repetir o processo mais vezes e reduzir variabilidade.

4. Trate divergência como vazamento: Auditoria + Emissão de Documentos para cortar erro, retrabalho e custo oculto

Em operações de médio/grande porte, o aumento do combustível costuma expor um problema silencioso: qualquer erro de cobrança vira multiplicador quando o volume cresce.

O módulo AUDITORIA da Lincros faz verificação automática de 100% das faturas e CT-es, com:

  • auditoria automática (100% das notas)

  • alertas de divergência por componente do frete

  • análise de composição (taxa base, pedágio, seguro etc.)

  • suporte a redespacho

  • envio automático para ERP/sistema para pagamento

  • processamento só das divergências (ganha tempo)

E a EMISSÃO DE DOCUMENTOS foca em geração automática de CT-e com conformidade SEFAZ, com:

  • emissão automática de CT-e em tempo real

  • padrões por transportador (regras fiscais diferentes)

  • armazenamento organizado

  • rastreabilidade e auditoria

  • agilidade na liberação de mercadorias

  • controle de custos financeiros

  • benchmark de redução de 16% nos custos (Lincros)

Aqui, a conexão com combustível é menos “romântica” e mais realista: quando o custo sobe, você não pode aceitar vazamento financeiro e atraso operacional. Divergência não é detalhe, é margem indo embora. E atraso na liberação vira fila, reentrega e km extra.

A era da “gestão do combustível” não é sobre posto, é sobre controle operacional

Em 2026, combustível virou uma variável mais difícil de prever: imposto maior, dispersão regional e tendência de pressão de custos. Isso muda o jogo para líderes de operações: o diferencial não é “comprar mais barato”, é operar com menos desperdício e mais previsibilidade, com dados.

A boa notícia é que dá para reagir rápido quando você conecta as alavancas certas:

  • Roteirização para cortar km e variabilidade

  • Pátio e Portaria para reduzir espera e desorganização

  • BID/Spot/Leilão + Cotação para negociar melhor e com método

  • Auditoria + Emissão de Documentos para travar vazamentos e acelerar a operação

A Lincros resume isso em algo que faz sentido para qualquer diretor de operações: clientes reportam redução de 14–22% em custos e ganho de 14–22% em eficiência (impacto comprovado, segundo os benchmarks citados no detalhamento dos módulos). Em um ano de combustível mais caro, isso deixa de ser “projeto de melhoria” e vira proteção de margem.

Quer saber onde sua operação está “queimando combustível invisível”?
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